- Qual é a base legal desse pedido em Boa Vista?
- Em Boa Vista, a base está nos arts. 700, 701, 702, 703, 704 e 705 do Código de Processo Civil. O pedido é analisado pelo TJRR e segue o rito previsto nesses artigos. Os pontos citados na lei precisam aparecer na petição, sob pena de emenda. A leitura dos autos em Boa Vista fica mais rápida com a extensão do JusParse. O texto de cada artigo está ligado na seção sobre ação monitória.
- Onde o processo tramita em Boa Vista?
- Em Boa Vista, a competência é do TJRR, Tribunal de Justiça do Estado de Roraima. Na matéria trabalhista o recurso sobe ao TRT11 e, na federal, ao TRF1. O andamento é consultado pelo sistema de processo eletrônico do TJRR, no portal do TJRR. A página de consulta processual em Boa Vista reúne os endereços oficiais do tribunal. O acompanhamento de prazos usa os mesmos autos do processo.
- O que não pode faltar no pedido?
- Em Boa Vista, não pode faltar a ação monitória. Também entra a documentação, contrato, nota fiscal, recibo parcial. Também entra a sentença, constitui título executivo imediatamente. Também entra a defesa, réu pode oferecer objeção ou reconvenção. Tudo isso precisa estar demonstrado por documento juntado aos autos. O advogado confere esses pontos nos autos antes de protocolar em Boa Vista. A conferência é feita antes da distribuição no TJRR.
- Quais erros mais derrubam o pedido em Boa Vista?
- Em Boa Vista, um erro que derruba o pedido é pedir monitória com documentação que já é título executivo. Outro erro é confundir com ação de cobrança ordinária. Outro erro é não apresentar prova do débito. O advogado confere cada um deles antes de protocolar. Conferir os autos antes de protocolar evita a perda de prazo em Boa Vista. A revisão da peça fecha essas brechas antes da distribuição no TJRR.