- Onde o processo tramita em Goiânia?
- Em Goiânia, a competência é do TJGO, Tribunal de Justiça de Goiás. Na matéria trabalhista o recurso sobe ao TRT18 e, na federal, ao TRF1. O andamento é consultado pelo sistema de processo eletrônico do TJGO, no portal do TJGO. A página de consulta processual em Goiânia reúne os endereços oficiais do tribunal. O acompanhamento de prazos usa os mesmos autos do processo.
- O que não pode faltar no pedido?
- Em Goiânia, não pode faltar o assédio moral. Também entra a diferença entre pressão de trabalho e assédio sistemático. Também entram os exemplos, humilhações públicas, isolamento, tarefas impossíveis. Também entra a documentação, e-mails, anotações de data/hora, testemunhas. Tudo isso precisa estar demonstrado por documento juntado aos autos. O advogado confere esses pontos nos autos antes de protocolar em Goiânia. A conferência é feita antes da distribuição no TJGO.
- Quais erros mais derrubam o pedido em Goiânia?
- Em Goiânia, um erro que derruba o pedido é um episódio isolado não é assédio moral. Outro erro é confundir reclamação legítima do patrão com assédio. Outro erro é não buscar documentação enquanto está acontecendo. O advogado confere cada um deles antes de protocolar. Conferir os autos antes de protocolar evita a perda de prazo em Goiânia. A revisão da peça fecha essas brechas antes da distribuição no TJGO.
- Qual é a base legal desse pedido em Goiânia?
- Em Goiânia, a base está nos arts. 1º, 2º e 3º da Consolidação das Leis do Trabalho. O pedido é analisado pelo TJGO e segue o rito previsto nesses artigos. Os pontos citados na lei precisam aparecer na petição, sob pena de emenda. A leitura dos autos em Goiânia fica mais rápida com a extensão do JusParse. O texto de cada artigo está ligado na seção sobre assédio moral no trabalho.