- Onde o processo tramita em Porto Velho?
- Em Porto Velho, a competência é do TJRO, Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Na matéria trabalhista o recurso sobe ao TRT14 e, na federal, ao TRF1. O andamento é consultado pelo sistema de processo eletrônico do TJRO, no portal do TJRO. A página de consulta processual em Porto Velho reúne os endereços oficiais do tribunal. O acompanhamento de prazos usa os mesmos autos do processo.
- O que não pode faltar no pedido?
- Em Porto Velho, não pode faltar o LGPD, lei que protege dados pessoais. Também entram os direitos, acesso, retificação, exclusão, portabilidade. Também entra o consentimento, necessário para coleta e uso de dados. Também entra a reclamação, ANPD (Autoridade Nacional) investigava. Tudo isso precisa estar demonstrado por documento juntado aos autos. O advogado confere esses pontos nos autos antes de protocolar em Porto Velho. A conferência é feita antes da distribuição no TJRO.
- Quais erros mais derrubam o pedido em Porto Velho?
- Em Porto Velho, um erro que derruba o pedido é pensar que consentimento em um objetivo autoriza outro. Outro erro é não documentar quando um dado foi coletado e como. Outro erro é deixar de requerer explicação sobre uso de dados. O advogado confere cada um deles antes de protocolar. Conferir os autos antes de protocolar evita a perda de prazo em Porto Velho. A revisão da peça fecha essas brechas antes da distribuição no TJRO.
- Qual é a base legal desse pedido em Porto Velho?
- Em Porto Velho, a base está nos arts. 1º, 5º, 8º, 9º, 17 e 18 da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. O pedido é analisado pelo TJRO e segue o rito previsto nesses artigos. Os pontos citados na lei precisam aparecer na petição, sob pena de emenda. A leitura dos autos em Porto Velho fica mais rápida com a extensão do JusParse. O texto de cada artigo está ligado na seção sobre lei geral de proteção de dados (LGPD).