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João PessoaPB · TJPB · atualizado em 11 de setembro de 2026

União estável em João Pessoa: direitos patrimoniais e separação

Em João Pessoa, o advogado precisa entender os direitos de quem viveu em união estável. O exame considera o reconhecimento, configuração de união estável com requisitos legais e o regime, comunhão parcial de bens é padrão. A base legal está nos arts. 1.723, 1.724, 1.725, 1.726, 1.727 e 1.728 do Código Civil, com julgamento no TJPB. Um erro que derruba o pedido é confundir com casamento.

O que a lei diz sobre união estável?

O ponto de partida em João Pessoa é o texto do Código Civil, nos arts. 1.723, 1.724, 1.725, 1.726, 1.727 e 1.728.

Art. 1.725 do Código Civil

Na união estável, salvo contrato escrito entre os companheiros, aplica-se às relações patrimoniais, no que couber, o regime da comunhão parcial de bens. Ler o Art. 1.725 do Código Civil na íntegra.

Art. 1.726 do Código Civil

A união estável poderá converter-se em casamento, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil. Ler o Art. 1.726 do Código Civil na íntegra.

Art. 1.727 do Código Civil

As relações não eventuais entre o homem e a mulher, impedidos de casar, constituem concubinato. Ler o Art. 1.727 do Código Civil na íntegra.

Também entram na fundamentação:

  • Art. 1.728 do Código Civil. Os filhos menores são postos em tutela: I - com o falecimento dos pais, ou sendo estes julgados ausentes; II - em caso…
  • Art. 1.723 do Código Civil. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida…
  • Art. 1.724 do Código Civil. As relações pessoais entre os companheiros obedecerão aos deveres de lealdade, respeito e assistência, e de guarda, sustento e educação dos filhos.

A transcrição acima é parcial; a página do artigo traz o texto inteiro.

O que muda em João Pessoa?

O quadro de João Pessoa reúne o registro do IBGE e os tribunais que atendem a capital. Em João Pessoa, o município tem o código IBGE 2507507 e a ficha registra João Pessoa como região imediata e como região intermediária.

A divisão administrativa reúne 1 distrito e 64 bairros.

  • Justiça estadual: TJPB, Tribunal de Justiça da Paraíba
  • Justiça do trabalho: TRT13, Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região
  • Justiça federal: TRF5, Tribunal Regional Federal da 5ª Região
  • Justiça eleitoral: TRE-PB

O acompanhamento do processo começa na consulta processual em João Pessoa, e o endereçamento usa a consulta de CEP.

Onde o caso pode se localizar em João Pessoa:

Como o caso tramita em João Pessoa?

O feito em João Pessoa corre no TJPB, Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo sistema de processo eletrônico do TJPB. Se o pedido for trabalhista, o recurso vai ao TRT13; se for federal, ao TRF5.

Os itens que a peça precisa cobrir:

  • Reconhecimento: configuração de união estável com requisitos legais
  • Regime: comunhão parcial de bens é padrão
  • Direitos: sucessão, meação de bens, pensão alimentícia
  • Comprovação: documentação, testemunhas, vida comum notória
  • Dissolução: pode ser consensual ou contenciosa

A ficha do TJPB lista os canais de atendimento, e a pauta trabalhista em João Pessoa sai pelo TRT13.

O que os tribunais superiores já firmaram?

A lista abaixo reúne enunciados do mesmo ramo e alcançam o feito que tramita em João Pessoa.

  • Tese firmada no STJ. O cônjuge sobrevivente, desde que casado em regime de comunhão parcial, de separação convencional ou de participação final nos aquestos, concorre com os descendentes do autor da herança se este tiver deixado bens particulares.
  • Tese firmada no STJ. Os princípios legais que regem a sucessão e a partilha não se confundem: a sucessão é disciplinada pela lei em vigor na data do óbito; a partilha deve observar o regime de bens e o ordenamento jurídico vigente ao tempo da aquisição de cada bem a partilhar.
  • Tese firmada no STJ. Deve ser reconhecido o direito à meação dos valores depositados em conta vinculada ao Fundo de Garantia de Tempo de Serviço  FGTS auferidos durante a constância da união estável ou do casamento celebrado sob o regime da comunhão parcial ou universal de bens, ainda que não sejam sacados imediatamente após a separação do casal ou que tenham sido utilizados para aquisição de imóvel pelo casal durante a vigência…
  • Tese firmada no STJ. As verbas de natureza trabalhista nascidas e pleiteadas na constância da união estável ou do casamento celebrado sob o regime da comunhão parcial ou universal de bens integram o patrimônio comum do casal e, portanto, devem ser objeto da partilha no momento da separação.

Quais erros derrubam o pedido?

As falhas seguintes aparecem nos pedidos indeferidos:

  • Confundir com casamento: direitos são semelhantes mas prazos diferem
  • Não documentar a vida comum: deixa frágil a prova
  • Perder prazo para ação de reconhecimento

Antes do protocolo em João Pessoa, cada item acima precisa estar coberto por documento.

Onde continuar a pesquisa em João Pessoa?

Para seguir a pesquisa, o painel de guias práticas em João Pessoa lista os demais temas, a página de advocacia em João Pessoa traz o perfil da cidade e a integração com o eproc cuida da leitura das peças.

Outras guias da mesma capital:

Em resumo

  • Em João Pessoa, O que decide o resultado é o reconhecimento, configuração de união estável com requisitos legais.
  • A base legal está nos arts. 1.723, 1.724, 1.725, 1.726, 1.727 e 1.728 do Código Civil.
  • O julgamento fica com o TJPB, Tribunal de Justiça da Paraíba.

Perguntas frequentes

O que não pode faltar no pedido?
Em João Pessoa, não pode faltar o reconhecimento, configuração de união estável com requisitos legais. Também entra o regime, comunhão parcial de bens é padrão. Também entram os direitos, sucessão, meação de bens, pensão alimentícia. Também entra a comprovação, documentação, testemunhas, vida comum notória. Tudo isso precisa estar demonstrado por documento juntado aos autos. O advogado confere esses pontos nos autos antes de protocolar em João Pessoa. A conferência é feita antes da distribuição no TJPB.
Quais erros mais derrubam o pedido em João Pessoa?
Em João Pessoa, um erro que derruba o pedido é confundir com casamento. Outro erro é não documentar a vida comum. Outro erro é perder prazo para ação de reconhecimento. O advogado confere cada um deles antes de protocolar. Conferir os autos antes de protocolar evita a perda de prazo em João Pessoa. A revisão da peça fecha essas brechas antes da distribuição no TJPB.
Qual é a base legal desse pedido em João Pessoa?
Em João Pessoa, a base está nos arts. 1.723, 1.724, 1.725, 1.726, 1.727 e 1.728 do Código Civil. O pedido é analisado pelo TJPB e segue o rito previsto nesses artigos. Os pontos citados na lei precisam aparecer na petição, sob pena de emenda. A leitura dos autos em João Pessoa fica mais rápida com a extensão do JusParse. O texto de cada artigo está ligado na seção sobre união estável.
Onde o processo tramita em João Pessoa?
Em João Pessoa, a competência é do TJPB, Tribunal de Justiça da Paraíba. Na matéria trabalhista o recurso sobe ao TRT13 e, na federal, ao TRF5. O andamento é consultado pelo sistema de processo eletrônico do TJPB, no portal do TJPB. A página de consulta processual em João Pessoa reúne os endereços oficiais do tribunal. O acompanhamento de prazos usa os mesmos autos do processo.

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