- O que não pode faltar no pedido?
- Em São Paulo, não pode faltar o vínculo, pessoa física que trabalha sob subordinação. Também entram os requisitos, pessoalidade, não-eventualidade, subordinação, onerosidade. Também entra o registro, carteira assinada é presunção de vínculo. Também entra a prova, testemunhas, documentos de pagamento, chat. Tudo isso precisa estar demonstrado por documento juntado aos autos. O advogado confere esses pontos nos autos antes de protocolar em São Paulo. A conferência é feita antes da distribuição no TJSP.
- Quais erros mais derrubam o pedido em São Paulo?
- Em São Paulo, um erro que derruba o pedido é trabalhar sem contrato. Outro erro é confundir emprego com prestação de serviço. Outro erro é aceitar pagamento sem documentação. O advogado confere cada um deles antes de protocolar. Conferir os autos antes de protocolar evita a perda de prazo em São Paulo. A revisão da peça fecha essas brechas antes da distribuição no TJSP.
- Qual é a base legal desse pedido em São Paulo?
- Em São Paulo, a base está nos arts. 2º, 3º, 4º, 5º, 6 e 7º da Consolidação das Leis do Trabalho. O pedido é analisado pelo TJSP e segue o rito previsto nesses artigos. Os pontos citados na lei precisam aparecer na petição, sob pena de emenda. A leitura dos autos em São Paulo fica mais rápida com a extensão do JusParse. O texto de cada artigo está ligado na seção sobre reconhecimento de vínculo de emprego.
- Onde o processo tramita em São Paulo?
- Em São Paulo, a competência é do TJSP, Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Na matéria trabalhista o recurso sobe ao TRT2 e, na federal, ao TRF3. O andamento é consultado pelo sistema de processo eletrônico do TJSP, no portal do TJSP. A página de consulta processual em São Paulo reúne os endereços oficiais do tribunal. O acompanhamento de prazos usa os mesmos autos do processo.